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PROYECTOS

 

Outros sabores do passado.
As análises de oligoelementos e de isótopos estáveis na reconstituição da dieta
das comunidades humanas do Mesolítico Final e do Neolítico Final/Calcolítico do território português,

de Cláudia Isabel Soares Umbelino.
Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra

Este trabalho foi desenvolvido no âmbito da investigação conducente à obtenção do grau de Doutor em Antropologia pela Universidade de Coimbra. Com outros sabores do passado procurou-se aportar um novo olhar sobre as comunidades humanas que ocuparam o território português durante o Mesolítico final e o Neolítico final/Calcolítico, alicerçado no estudo da paleodietas. Através da análise química dos ossos, mais concretamente da análise de oligoelementos e de isótopos estáveis de carbono e de azoto, a dieta das comunidades mesolíticas de Muge (Cabeço da Amoreira, Cabeço da Arruda e Moita do Sebastião) e do Sado (Arapouco, Cabeço das Amoreiras, Cabeço do Pez, Poças de S. Bento e Vale de Romeiras) foi perscrutada, bem como de Abrigo da Carrasca, Eira Pedrinha, Gruta dos Alqueves, Hipogeu de S. Paulo, Pai Mogo I e Tholos Cabeço da Arruda, cronologicamente posteriores. São notadas marcadas diferenças na dieta entre o Mesolítico final e o Neolítico final/Calcolítico, mais diversificada no Mesolítico, podendo ser caracterizada como mista, baseada na exploração de um vasto espectro de recursos alimentares disponíveis nos estuários do Tejo e do Sado, designadamente de origem marinha e terrestre, animal e vegetal. A proporção de recursos marinhos é aparentemente maior nos concheiros de Muge do que nos do Sado, da ordem dos 50% e dos 30%, respectivamente. As comunidades do Neolítico final/Calcolítico teriam uma dieta bem mais homogénea, predominantemente terrestre. A diversidade constatada nestas últimas parece prender-se sobretudo com a relevância da agricultura e da pastorícia nas diferentes comunidades.

This research work was developed in order to attain the degree of Doctor in Anthropology, by the University of Coimbra. With other flavours from the past a new look over the human communities that occupied the Portuguese territory in the Late Mesolithic and the Late Neolithic/Chalcolithic, sustained in a different approach based on paleodiets analysis was tried. Through bone chemical analyses, particularly trace element and carbon and nitrogen stable isotopes analysis, the diet from the Mesolithic communities of Muge (Cabeço da Amoreira, Cabeço da Arruda e Moita do Sebastião) and Sado (Arapouco, Cabeço das Amoreiras, Cabeço do Pez, Poças de S. Bento e Vale de Romeiras) was searched, as well as the ones from Abrigo da Carrasca, Eira Pedrinha, Gruta dos Alqueves, Hipogeu de S. Paulo, Pai Mogo I e Tholos Cabeço da Arruda, with a later chronology. There are clear differences in the diet between the Late Mesolithic and the Late Neolithic/Chalcolithic, more diverse in the Mesolithic, that may be characterized as mixed, based on the exploration of a large spectrum of available food resources in Tejo and Sado estuaries, namely of marine and terrestrial, animal and vegetable sources. The proportion of marine food is apparently higher in the Muge shell middens than in the Sado ones, 50% and 30%, respectively. The Late Neolithic/Chalcolithic communities present a more homogeneous diet, primarily terrestrial. Some of the diversity noted in these last ones seems to result from the relative importance of agriculture and herding of livestock in the different communities.

 

 

Castanheiro do Vento (Horta do Douro, Vila Nova de Foz Côa) -
Um Recinto Monumental do IIIº e IIº milénio a.C.:
Problemática do Sítio e das suas Estruturas à Escala Regional

de João Carlos Muralha Cardoso

O sítio arqueológico de Castanheiro do Vento (3º e 2º milénio a.C.), as suas estruturas, os seus materiais, as suas diversas escalas de análise, representa um ponto de partida desta investigação, que terá de ser sempre revisitada. E hoje, este sítio, os outros lugares, o território, continuam a constituir um início de novas perguntas e diferentes respostas. Impõe-se voltar ao campo, ao terreno, pensar, reflectir, criticar e fazer das dúvidas possibilidades de progressão.

Este livro representa a investigação dos últimos anos, possibilidade aberta pela atribuição de uma bolsa de doutoramento pela Fundação da Ciência e Tecnologia, que lhe permitiu uma longa permanência na região e uma reflexão mais aprofundada dos temas aqui tratados.

João Carlos Muralha Cardoso, arqueólogo, nasceu em Lisboa, em Maio de 1964. Licenciou-se em 1986 na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e o restante percurso académico é feito na Faculdade de Letras da Universidade do Porto; mestre em 1996 e doutor em Arqueologia em 2008. É investigador principal do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto (CEAUCP) e desde 1992 que faz investigação arqueológica na região do Alto Douro.

A sua longa experiência enquanto arqueólogo de campo, quer numa vertente da arqueologia preventiva, quer como investigador, levou-o a orientar os seus trabalhos, para a arquitectura de um território, de uma paisagem percorrida e habitada pelo homem.

 



Mundo rural y centros preurbanos - Industria medieval
de José Jorge Argüello Menéndez

Este libro corresponde a una parte de los resultados de la investigación realizada entre 1988 y 1996 para la tesis doctoral que, con el título de Artesanos e industria artesanal del país asturiano en la Época Medieval, fue presentada en la Universidad de Uviéu en el año 1996.

En concreto este libro presenta los datos relacionados con el artesanado del mundo rural y de los centros preurbanos, así como los datos relativos a las infraestructuras de comunicación en Asturias durante la época medieval.

De esta forma se analizan las características de los puentes de la época plenomedieval y los cambios producidos en las infraestructuras viarias durante los siglos XIV y XV. Igualmente se estudia el desarrollo del artesanado en el mundo rural en los siglos XIV y XV y la presencia de grupos artesanales en las nuevos centros urbanos (las polas) y en los centros preurbanos sin carta foral. Igualmente se incide en la evolución de las técnicas constructivas y de los materiales de las casas y se presenta el caso concreto del territorio de Teberga.

Esperamos que, aunque con diez años de atraso, este trabajo pueda ser de utilidad a la comunidad científica y contribuir a profundizar de alguna forma en el conocimiento de la historia medieval asturiana.



A Mamoa do Senhor dos Aflitos (Alvarenga/Arouca)
de Gabriel Rocha Pereira

A presente obra - A Mamoa do Senhor dos Aflitos (Alvarenga/Arouca) - resume a intervenção arqueológica de emergência realizada sobre este monumento megalítico em Fevereiro de 2008, apresentando os resultados obtidos acerca deste interessante monumento, bem como algumas anotações acerca do fenómeno do Megalitismo no Município de Arouca.


 

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